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rio

Divulgação

As ararás Blu (Jesse Eisenberg) e Jade (Anne Hathaway) vivem a vida perfeita com seus filhos, no Rio de Janeiro, ao lado de Túlio e Linda. Quando seus donos humanos encontram pássaros de sua espécie na amazônia, eles partem para novas aventuras na região norte do país em meio à Copa do Mundo de 2014. Só que nem tudo é perfeito. Madeireiros ilegais vão criar problemas, assim como o pai de Jade. Além disso, um vilão do passado retorna em busca de vingança.

Nome original:
Rio 2
Diretor:
Carlos Saldanha
Roteiro:
Estúdio:
Blue Sky Studios
Duração:
108 min.
Ano:
2014
Data da estreia:
Classificação:
Livre
País:
Brasil
Produção:
Bruce Anderson, John C. Donkin
Cor:
Colorido
Distribuidora:
Fox Film

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EFE/Arquivo

A Polícia Militar do Rio de Janeiro se manteve neste sábado dentro das favelas ocupadas durante a noite de sexta-feira, depois que foram registrados vários ataques contra postos de segurança nesses bairros populares.

A mobilização policial ocorreu nas favelas de Parque União e Nova Holanda, ambas no conjunto da Maré, todas na zona norte do Rio de Janeiro, e foi decidida depois que, nos últimos dias, grupos de delinquentes atacaram diversos postos de segurança

De AGÊNCIA EFE

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Foto:Divulgação do cantor

A mãe do cantor Naldo, Dona Ivonete, de 63 anos, morreu na noite desta quarta-feira(30). A dona de casa, que chegou a emagrecer 50 Kg, perdeu a batalha contra um câncer no rim, que avançou para os pulmões. Ivonete descobriu a doença em fase avançada e não conseguiu iniciar o tratamento de quimioterapia. Ela estava internada no Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio, desde o dia 18 de outubro.A família não irá divulgar a hora e o local do velório.

Com a saúde frágil, Maria Ivonete da Silva chegou a desmaiar antes da cerimônia de casamento do filho com a funkeira Ellen Cardoso, em setembro. “A família (evangélica) está muito triste, mas tem fé em Deus”, diz a assessoria do cantor. Ivonete deixa sete filhos e o marido Jorge da Silva.

 

No Instagram, Naldo prestou uma homenagem a mãe. “Nem que eu escreva um livro, não seria suficiente. Não caberiam todas as palavras de amor pela Senhora! Deus te chamou, nada posso fazer, mas não posso negar nem esconder como vou viver com tanta saudade. Fiz e faria de tudo e mais, muito mais pra te ter comigo, mulher guerreira, de Deus, fiel, amorosa, exemplar. Te devo tudo que sou. TE AMO MUITO, MÃE. Vá em PAZ. Orgulho de ser filho da pessoa mais linda, por dentro e por fora! Nesse mundo, igual nunca vi! Contigo vi a verdade na palavra de Deus, combateu o bom combate, acabou a carreira e guardou a fé! Dona Maria Ivonete Santana da Silva, TE AMO!!!!!!!”, escreveu.

Naldo recebe os cuprimentos de familiares na entrada do cemitério Memorial do Carmo

No Teleton, no último dia 26, o cantor mandou um recado emocionado para a mãe. “Mãe, não existe abraço mais confortável, mais gostoso e mais quente que o seu. Estou torcendo muito pela sua recuperação. Daqui a pouco vou aí para você me encher de beijo. Te amo”, disse.

A assessoria do Hospital São Lucas informa que Dona Ivonete chegou ao hospital com o estágio terminal da doença e que ainda não tem autorização da família para divulgar o obituário: “Naldo foi um guerreiro. Esteve o tempo todo ao lado da mãe. Alterou a agenda para estar ao lado dela, passou madrugadas aqui em claro. A família toda esteve muito unida e mobilizada”.

Naldo e Moranguinho no enterro da mãe do cantor, no Cemitério Memorial do Carmo

Leia o comunicado do Hospital:

“É com pesar que o Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, informa o falecimento da paciente Maria Ivonete Santana da Silva, de 63 anos. Ela foi ao óbito ontem, dia 30, às 19 horas, devido a uma neoplasia renal metastática.

A paciente estava internada no hospital desde o dia 18 de outubro.

Neste momento difícil, a equipe do São Lucas expressa seus votos de condolências aos familiares e amigos de Dona Ivonete.

O hospital não tem informações sobre o sepultamento”.

 

Ego

Uma das quatro coroas de flores da capela

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(Foto: Renato Freitas/Blog Adilson Ribeiro)

Um homem foi preso após fazer a própria filha refém durante mais de uma hora no bairro Fiteiro em Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O caso foi no final da tarde de domingo (13). Segundo informações da polícia, o homem estava alcoolizado e muito nervoso. A todo momento ele afirmava que ia matar a menina de 1 ano e 7 meses e se matar em seguida. A polícia não divulgou qual foi a motivação para o crime, mas informou que o caso começou com uma discussão com a esposa.

A família recebeu a visita do chefe da mãe da criança e da esposa dele. Após os dois saírem da casa, o homem teria falado mal do trabalho da esposa dando início a uma discussão. Ele acabou pegando uma faca dando início as ameaças. A mulher conseguiu fugir com dois dos três filhos. Foi então que o homem pegou a neném como refém, que ainda estava dormindo. Parentes, chamaram um morador da região para auxiliar nas negociações.

Ele conseguiu convencer o pai da menina a sair de dentro da casa da família e a ir para o alto de um morro. A medida foi uma estratégia da polícia para facilitar o controle do caso. Enquanto eles subiam, a Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros escalavam a parte de trás do morro sem serem vistos pelo suspeito.

Pai foi contido por quatro homens e detido em seguida em Itaperuna (Foto: Renato Freitas/Blog Adilson Ribeiro)
Pai foi contido por quatro homens e detido em
seguida (Foto: Renato Freitas/Blog Adilson Ribeiro)

“A todo momento eu lembrava das minhas três filhas e tentava convencer esse homem a entregar a criança, mas ele estava muito nervoso. Toda hora colocava a faca no pescoço da filha e dizia que ia matá-la. Eu tinha a sensação que ia ver a morte da criança na minha frente e até agora choro quando lembro de tudo. Não sei como isso ia acabar, só sei que a nossa sorte é que ele caiu e foi nessa hora que eu peguei a criança e a equipe que estava escondida conseguiu segurar ele”, informou o empresário Eduardo do Toldo, de 35 anos.

Ainda segundo o empresário, durante a subida no morro, o homem ainda tentou atingi-lo com a faca por duas vezes, mas ele conseguiu escapar sem ferimentos.

“O diferencial para conseguirmos pegá-lo foi o fator surpresa. Ele não contava que uma equipe iria estar tão perto dele. Na hora em que o pegamos foi preciso dois policiais e dois bombeiros para segurá-lo. Ele estava machucado porque tinha sofrido um acidente de moto horas antes e também estava muito agitado. A neném estava muito assustada, mas não teve nenhum ferimento”, contou um dos policiais que participou do caso.

Segundo a polícia, a mãe contou à polícia que já havia sido agredida outras vezes. O pai foi levado para a 144ª Delegacia de Polícia de Bom Jesus do Itabapoana, onde o caso foi registrado. Ele foi levado para a Casa de Custódia de Itaperuna.

PM também apreendeu a faca usada para ameaçar a criança em Itaperuna (Foto: Renato Freitas/Blog Adilson Ribeiro)

Fonte: Priscilla Alves/ G1 Norte Fluminense

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Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo

Público da 18ª Edição da Parada LGBT lota a região do Posto 5, na orla de Copacabana, Zona Sul do Rio

Participantes da 18ª Parada LGBT no Rio posam para foto em Copacabana (Foto: Alexandre Durão/G1)

Parada do Orgulho LGBT, que acontece neste domingo (13) na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, vai misturar samba com música pop ao passar pela Avenida Atlântica. O décimo quinto e último carro da parada contará com 50 ritmistas da Mangueira que animarão o público ao lado de drag queens e passistas da escola de samba.

A travesti Xuxete de Sepetiba, responsável pela organização das paradas gays na Zona Oeste do Rio, virou estrela em Copacabana.

Aline da Silva e Jéssica Gonçalves saíram de Campo Grande, também na Zona Oeste, para curtir a parada gay pela segunda vez. Elas chegaram às 11h e aproveitavam para tirar foros com Xuxete de Sepetiba. “Espero muita diversão e quero tirar bastante fotos”, disse Jéssica.

Vestida de dourado, a travesti Xuxete (ao centro) veio de Sepetiba para participar da Parada Gay em Copacabana (Foto: Isabela Marinho/G1)Vestida de dourado, a travesti Xuxete de Sepetiba
(ao centro) virou atração da Parada Gay
(Foto: Isabela Marinho/G1)

Bandeira de meia tonelada
A bandeira com as cores do movimento LGBT tem 124 metros e pesa meia tonelada. Serão necessárias 300 pessoas para carregá-la.

Julio Moreira, presidente do Grupo Arco-íris, afirma que a Parada Gay tem sua função política e que duas pautas importantes serão colocadas em questão neste domingo.

“A primeira é a necessidade de una lei que legitime o casamento civil entre homossexuais. Conseguimos a união estável no STJ, mas alguns juízes ainda impedem que o casamento civil aconteça. Precisamos de uma lei que amarre isso”, disse Julio.

Julio também ressalta a importância da criminalização da homofobia. “A gente precisa de uma lei que agregue ao crime o motivo homofobia. A lei vem como instrumento de conscientização. Com a lei a pessoa pessoa sabe que pode pagar criminalmente por isso”, reforçou.

Para o presidente do Grupo Arco-íris, existe um cuidado para que a parada seja  um movimento político e cultural, mas também não vê como algo negativo quando alguém diz que a parada” se carnavalizou”.

Fonte:G1.globo